i.
O
Irã baniu a pena de morte por apedrejamento. Mas não ficou claro
que modalidade de execução a substituirá. Se a cadeira elétrica ou a
injeção letal, como nos Estados Unidos. Se o fuzilamento ou a
forca, como em outros países onde há pena capital.
ii.
A
Polícia do Senado é a mais bem paga do Brasil: R$ 13.800,00 para um
subalterno em início de carreira. Trabalha muito menos que as
outras, pois o Senado passa meses em recesso, além de funcionar, na prática, apenas de segunda a quinta. Corre menos riscos. Ainda assim, os senadores são
massivamente contra um piso salarial unificado para as polícias
estaduais. No Distrito Federal, onde se paga melhor, um PM ganha R$
4.300,00. É 1/3 do salário da Polícia do Senado com muito mais
trabalho e riscos envolvidos. O temor de deputados e senadores é de
que um aumento assim possa alavancar demandas em outras áreas.
Inclusive entre os militares das forças armadas. Mas a maioria das polícias estaduais paga menos de três mil reais. É muito pouco. E a própria concorrência para entrar na polícia se vê reduzida em escolaridade e nível.
iii.
Um
blogueiro saudita é deportado da Malásia para seu país de origem.
A acusão que pesa contra Hamza Kashgari: haver insultado Maomé, o
profeta, no Twitter. Kashgari pode ser condenado à morte. Dois
pesos, duas medidas. Os mesmos Estados Unidos e Israel que lamentam
direitos humanos violados na Síria, no Irã, calam-se diante da aliada preferencial Arábia Saudita.
iv.
E
Sean Penn atraiu a ira perpétua dos britânicos ao dizer que as
Malvinas devem ser Argentinas.
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